Como contratar
Começa por um recorte da sua operação. Não por uma apresentação.
Este mercado é técnico demais, e isso costuma travar a conversa no lugar errado: o comprador precisa entender o modelo antes de conseguir avaliar a proposta. Esta página inverte a ordem — primeiro como se contrata, depois o que roda por dentro.
A regra que vale para todos os caminhos abaixo: o recorte vem antes do contrato. Nenhuma proposta é escrita sem um pedaço real da sua operação em cima da mesa — os ativos, os limiares, o calendário e o que hoje dói.
O caminho, em quatro passos
Do primeiro contato ao contrato de operação. Cada passo tem entrega própria: se a conversa parar no meio, você sai com o que já foi feito.
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Conversa de recorte
Uma reunião técnica, não comercial. Você traz um problema e um pedaço real da operação; a gente diz o que dá e o que não dá para responder com o dado que existe hoje. Sem custo.
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Diagnóstico e escopo
O recorte vira escopo escrito: quais ativos, quais ameaças, quais limiares, qual integração, qual métrica define sucesso. É aqui que o preço se forma — e é aqui que a maioria dos projetos de risco climático dá errado, por escopo vago.
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Piloto com dado real
Prova de valor pago, curto, com o seu dado e a métrica combinada no passo anterior — redução de inspeção, acurácia da previsão, tempo de resposta. Sem dado de demonstração: piloto com dado bonito não prova nada.
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Operação
O que o piloto provou entra em contrato de operação, no formato que a sua casa comporta — e cresce por módulo, não por refação. Ninguém troca de plataforma para expandir escopo.
Como se contrata
A mesma tecnologia chega em cinco formatos. Qual serve depende de onde a sua operação já está: se você tem painel, se tem time de dado, se o contrato deixa o dado sair de casa.
SaaS · plataforma operada
O painel completo, com os dashboards do seu setor, operado por nós na nuvem. É o caminho mais curto: começa a rodar sem projeto de infraestrutura do seu lado.
DaaS · só o dado, por API
Previsão, risco de incêndio, hidrologia e projeção climática entregues por API, com o dicionário de variáveis gerado dos próprios serviços. Para quem já tem painel e quer o modelo, não a interface.
AaaS · os agentes dentro do seu sistema
Os agentes de risco climático respondem de dentro do que a sua empresa já usa: o painel de vocês, o ERP, o WhatsApp da equipe de campo. Você não leva mais uma interface para a equipe — leva o especialista para dentro da que já existe.
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Copiloto ou autopiloto, conforme o quanto a operação quer delegar. O agente chega com o vocabulário do setor e com acesso aos nossos modelos, sem que ninguém precise abrir a nossa plataforma.
PaaS · a base sobre a qual você constrói
Serviços GIS e Maps as a Service: camadas, mapas e componentes georreferenciados publicados para o seu time montar o produto de vocês por cima. Você constrói; a base geoespacial é nossa.
On-premise · só o MapsAI
Quando o contrato exige que o dado não saia de casa, o MapsAI roda dentro do perímetro de segurança do cliente. É o único dos produtos que opera assim hoje.
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Risk360 e Climate Edge dependem de modelo e de dado que rodam do nosso lado, e prometer on-premise para eles seria promessa que a primeira reunião técnica desmontaria.
Nem toda plataforma serve em todos os cinco, e o on-premise é o caso mais restrito: hoje só o MapsAI. O formato entra no recorte, antes do contrato, junto com os alvos e as fontes.
Acoplamento
Acoplado ao seu ativo e ao seu dado.
Nossas plataformas não pedem que você troque de sistema, nem que migre base. Elas entram no que já roda na sua operação — e quando você só quer o dado tratado, ele vai por API, para dentro do painel que você já tem.
Integração com o que já roda
ERP, SCADA, OMS, ArcGIS, Cell Broadcast e sistemas de alerta. O risco aparece onde a equipe já trabalha, não em mais uma aba aberta o dia inteiro.
Data as a Service
Previsão, risco de incêndio, hidrologia e projeção climática entregues por API, num contrato estável. Você consome o modelo sem comprar a plataforma, e sem descobrir o schema por tentativa.
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Vai com dicionário de variáveis gerado a partir dos próprios serviços: campo a campo, com tipo, unidade e faixa medida em amostra real.
Agents as a Service
Os agentes de IA especialistas atendendo de dentro do seu sistema e do WhatsApp da sua equipe — como copiloto, que recomenda, ou como autopiloto, que faz o trabalho e entrega a decisão pronta para alguém assinar.
Maps as a Service
Camadas e mapas georreferenciados como serviço, prontos para alimentar dashboards, aplicativos de campo e os seus próprios agentes de IA.
Dado no Brasil, e o MapsAI no seu perímetro
Tudo opera com dado hospedado no Brasil, conformidade LGPD e rastreabilidade integral das decisões. E quando o contrato exige que o dado não saia de casa, o MapsAI roda dentro do seu perímetro de segurança.
- ERP
- SCADA
- OMS
- ArcGIS
- Cell Broadcast
- Sistemas de alerta
- API · DaaS
O que você precisa ter — e o que não precisa
Precisa: onde estão os seus ativos
Uma lista de ativos com localização. Planilha serve, e não precisa estar perfeita — parte do trabalho do diagnóstico é justamente dizer o que falta nela.
Precisa: alguém que responda pela operação
Uma pessoa que conheça os limiares reais — o que a equipe faz e o que ela não faz com chuva, vento ou calor. Sem essa pessoa, o limiar sai do nosso palpite, e palpite não sobrevive ao campo.
Não precisa: trocar de sistema
As plataformas acoplam ao que você já usa, ou entregam só o dado por API. Projeto que começa exigindo substituição de sistema não começa.
Não precisa: começar grande
Uma regional, uma bacia, uma linha, uma fazenda. O primeiro escopo existe para provar valor com o mínimo de risco para os dois lados.
Por onde a compra passa
Já contratamos pelos três caminhos, e o formato do primeiro passo muda em cada um.
Empresa privada
Contrato direto, normalmente começando pelo piloto pago. O comprador costuma ser a diretoria de operação ou de O&M, com apoio de risco e de regulação.
Governo e concessão pública
Edital, pregão ou dispensa quando o caso cabe. Ajudamos na etapa técnica de especificação — inclusive quando o edital é escrito antes de existir fornecedor conhecido, que é o caso mais comum em risco climático.
Projeto com organismo internacional
Cooperação e banco de desenvolvimento, com escopo de estudo ou de implantação. É um caminho que a São Tomás já percorreu, e o rito é diferente: a contratação segue a regra do organismo, não a nossa.
O que forma o preço
Não publicamos tabela, e o motivo é honesto: o preço sai do recorte, e recorte é o que a primeira conversa produz. O que dá para dizer de antemão é o que pesa na conta.
Quantos ativos, e em quantas frentes
Uma regional custa diferente de um parque nacional inteiro, e uma vertical custa diferente de quatro — cada vertical tem vocabulário, limiar e calendário próprios.
Quais motores entram
Previsão de alta resolução, fogo, hidrologia, projeção de longo prazo. Cada motor é um modelo proprietário calibrado, não um item de catálogo ligado por chave.
Quanta integração
Ler um cadastro em planilha é uma coisa; escrever ordem de serviço dentro do ERP e do SCADA da casa é outra. A integração costuma ser a parte que ninguém orçou.
Se a operação é assistida
Plataforma entregue e operada pelo seu time custa diferente de plataforma com a nossa equipe dentro da sua sala de situação durante o evento.
Uma referência que ajuda a calibrar expectativa sem tabela: no setor elétrico, o cliente que reduz uma fração da própria exposição a compensação por DEC e FEC costuma pagar a plataforma várias vezes no mesmo ano. O número da sua exposição é público, e ele entra na conta do diagnóstico.
Traga o seu desafio
Se ele envolve clima, território e dados, é o nosso terreno. A conversa começa por um recorte real da sua operação — não por uma apresentação.