Plataformas
Climate Edge
Governança climática de longo prazo, com número que aguenta auditoria.
Onde instalar, o que reforçar, quanto custa não agir — com a variável climática entrando em cada fase da decisão, e não só no relatório do fim.
Plataformas
O Climate Edge é a camada estratégica da suíte São Tomás. Enquanto o Risk360 responde pelos próximos dez dias, ele olha de décadas até 2100 — traduzindo cenário climático global em risco físico sobre o portfólio real de ativos do cliente, com metodologia documentada e incerteza declarada.
- ~30 modelos
- ensemble CMIP6 calibrado
- 17 indicadores
- de risco físico
- 3 horizontes
- de tempo, até 2100
- IFRS S2
- TCFD · CVM · BCB · CMN · SUSEP
O motor, em três movimentos
1
Projetar · ~30 modelos CMIP6
Ensemble calibrado para o território, com cenário central e cenários de estresse.
2
Traduzir · 17 indicadores, 3 horizontes
Aplicados sobre o cadastro real de ativos — não sobre médias regionais. É a diferença entre "a região aquece" e "este ativo aquece".
3
Sustentar · motor versionado
A classificação de risco é determinística. Os agentes de IA escrevem a leitura técnica e a executiva e orientam a decisão, sem nunca classificar o risco. É a arquitetura que sobrevive ao auditor.

Cinco decisões que a plataforma sustenta
Onde instalar o próximo ativo
Uma ERB, uma subestação ou um centro de distribuição dura décadas. Instalar hoje onde o risco climático será alto em dez anos é prejuízo contratado.
Ver detalhe
A conta chega depois, em manutenção, em seguro e em interrupção. A plataforma compara as áreas candidatas por ameaça dominante e custo de adaptação, antes de o capital ser comprometido.
O que reforçar, e em que ordem
Priorização do capex resiliente — reforço, drenagem, redundância, realocação — onde o risco projetado justifica, com o custo de não agir explicitado por ativo e por horizonte. Sem isso, adaptação vira lista de desejos disputando o mesmo orçamento.
Carteiras
Para bancos, seguradoras e gestoras: exposição climática de carteiras de crédito, apólices e ativos reais, na granularidade do colateral.
Território
Para governos: mapeamento de risco climático como base técnica de planos de adaptação, defesa civil e ordenamento urbano exigidos por lei.
Disclosure
Risco físico por ativo no formato IFRS S2 / TCFD. É consequência de fazer o resto bem, não o motivo de fazer.
Ver detalhe
É o insumo do relato climático que BCB, CMN e SUSEP exigem do setor financeiro, e que investidor e cliente passaram a cobrar das demais.
A suíte completa
Um cliente, dois horizontes: o conselho decide com o Climate Edge; a operação age com o Risk360.
Para quem
Diretorias de risco e sustentabilidade com divulgação obrigatória a preparar, bancos, seguradoras e gestoras avaliando exposição de carteira, e governos que precisam de base técnica para planos de adaptação.
As outras da suíte
Risk360
Do nowcasting da tempestade à tendência de seis meses: risco sobre cada ativo crítico, ação priorizada nas janelas certas e resposta sustentada durante a crise.
ConhecerMapsAI
Um agente de IA sobre os seus mapas: pergunta em português, inglês ou espanhol, resposta em mapa e em número — sem GIS, sem planilha, sem fila.
ConhecerWeather Trends
Três horizontes no mesmo contrato: a tempestade minuto a minuto, os dez dias em grade de até 2 km e a anomalia dos próximos seis meses.
ConhecerWildfire Sentinel
Detecção, risco e propagação cruzados com o seu cadastro: o alarme sai com o nome do ativo, a distância em metros e a estimativa de horas até o fogo alcançá-lo.
ConhecerTraga o seu desafio
Se ele envolve clima, território e dados, é o nosso terreno. A conversa começa por um recorte real da sua operação — não por uma apresentação.