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São Tomás

Sobre

Sobre a São Tomás

Uma empresa de risco climático que nasceu na sala de crise: chuva e alagamento, incêndio, proteção de ativos. Construímos plataformas para quem decide com o clima na frente — e temos opinião firme sobre como um número chega até a tela.

Quem somos

A São Tomás desenvolve e opera plataformas de inteligência climática para operações com ativos expostos ao céu. Atendemos utilities de energia, transmissoras, telecom, saneamento, agro, mineração, logística, defesa civil, governos e o mercado financeiro e segurador.

Antes de sermos uma empresa de produto, fomos um time que respondeu a crises reais — o desastre do Rio Grande do Sul, a crise de incêndios florestais de 2024, operações com Defesa Civil. Isso não é biografia: é o que define quais perguntas as plataformas respondem.

Vendemos projetos, não licença de balcão. Uma plataforma de risco climático só é útil quando fala a língua da operação que a usa — as atividades, os limiares, as restrições de segurança e o calendário daquele setor. Por isso o recorte vem antes do contrato, e a demonstração roda com um recorte real da sua operação.

Quem constrói

Ciência climática, sensoriamento remoto e engenharia de software na mesma equipe — e é essa combinação que permite ter modelo proprietário em vez de revender previsão de terceiro.

25+ anos
de experiência técnica sênior
ITA
e Física Ambiental na formação do time
CBERS
programa espacial brasileiro, na bagagem
4
produtos proprietários em operação

Onde já estivemos

Antes de sermos uma empresa de produto, fomos um time na sala de crise. É de lá que vem o que construímos.

Utilities elétricas

Casos reais de risco climático sobre ativos de transmissão em operação.

Rio Grande do Sul

Resposta nacional ao desastre climático.

Incêndios florestais de 2024

Apoio aos bombeiros durante a crise.

Defesa Civil de São Paulo e de Santos

Atuação conjunta em monitoramento e resposta.

Como tratamos número

Estas regras são de engenharia, não de marketing — estão dentro do código das plataformas, e é por elas que um resultado nosso resiste a auditoria.

IA que explica, motor que decide

Nos domínios regulados, a classificação de risco é determinística, versionada e auditável. Os agentes de IA escrevem a leitura técnica e a executiva e orientam a decisão — sem nunca classificar o risco. É a arquitetura que sobrevive ao auditor.

Nenhum número na tela é inventado

Se a fonte não publica um campo, ele fica ausente — não zerado, não vazio, não derivado de uma fórmula plausível. Zero parece honesto e é armadilha: “acumulado 0 mm” lê como “não choveu”, quando o fato era “ninguém mediu”.

A incerteza é parte do número

Uma projeção sem faixa entre percentis e sem concordância entre modelos é meia informação. Preferimos entregar a faixa, mesmo quando ela é larga — principalmente quando é larga.

Todo número divulgável carrega de onde veio

Dataset, calibração, quantos modelos entraram, quantas células. Sem proveniência, o número não sobrevive à segunda pergunta de quem audita.

Cobertura de fonte se declara

Quando um ativo cai fora da pegada da fonte que o alimenta, a plataforma diz — em vez de exibir, em silêncio, um dado de demonstração.

Alerta obedece ao critério de quem opera

Quando o cliente já tem limiar definido — o mesmo que a defesa civil dele usa — o alerta segue esse limiar, e não um critério nosso. Dois sistemas alertando coisas diferentes sobre a mesma chuva é pior que não alertar.

Traga o seu desafio

Se ele envolve clima, território e dados, é o nosso terreno. A conversa começa por um recorte real da sua operação — não por uma apresentação.

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